22 de novembro de 2013

3ª "crónica de uma expulsão previamente anunciada" ou "crónica de um processo de intenções"

Nas crónicas anteriores ficou relatada a forma como se iniciou o meu processo disciplinar e os primeiros obstáculos com que me deparei para organizar a minha defesa.
Mas como nunca fui de desistir às primeiras dificuldades que me surjam, não me deixei intimidar pelo "consabido" do despacho do Sr. Presidente da Comissão Distrital de Jurisdição da FDP que me negou as fotocópias dos "print secreens" e, por me sentir coarctada nos meus direitos, dele decidi apresentar recurso à Comissão Nacional de Jurisdição do PS. Desse recurso aqui deixo pública nota.
Cumprindo com o Regulamento Processual e Disciplinar do PS, a 07 de Novembro fiz entrega desse recurso na Comissão Distrital de Jurisdição da FDP mas, para meu espanto, no passado dias 12 recebi a resposta a esse recurso, resposta essa que me elucidou completamente sobre a natureza do autor dessa resposta.
Vejam por vós próprios os fundados motivos do meu espanto:
- O me meu recurso foi dirigido à Comissão Nacional de Jurisdição
- A entidade recorrida nesse recurso era o Presidente da Comissão Distrital de Jurisdição da FDP.
- Quem decidiu sobre o recurso que apresentei e me respondeu foi a entidade recorrida (chama-se a isto decidir em causa própria)
Não, como podem constatar ao ler o despacho do Presidente da Comissão Distrital de Jurisdição da FDP, do qual aqui deixo pública nota, não estou a exagerar!!... Provavelmente, numa tentativa de evitar que a Comissão Nacional de Jurisdição tomasse conhecimento dos disparates que anda a fazer, este senhor decidiu usurpar as competências da Comissão Nacional de Jurisdição e, para esconder com uma mão as borradas que com a outra anda a fazer decidiu ele próprio dar despacho sobre o meu recurso, encerrando assim (isso julga ele) um assunto em que ele tinha claramente cometido uma argolada
E assim se vai compondo o retrato da idoneidade e do carácter da personagem que me calhou como Relator do meu Processo Disciplinar


o recurso 



a "douta" decisão

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