9 de setembro de 2010

PEDIDO DE DESCULPAS OU O REITERAR DOS INSULTOS?


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O Carlos Alberto Ferreira apresentou um pedido formal de desculpas por saber que iam ser accionados os mecanismos judiciais em virtude das ofensas com que me presenteou, atacando a minha honra. 
De maneira formal venho através deste post apresentar o seguinte esclarecimento público e apresentar as respectivas desculpas:
1 - A Srª dª Otilia Gradim sentiu-se ofendida com um post por mim escrito no blogue “http://cadsf.blogspot.com”;
2 - Não sendo minha a intenção escrever sobre o caracter ou fazer qualquer avaliação do comportamento moral da srª Otilia, compreendo que fruto da violenta troca de comentários, e escritos, que ocorreram entre ambos tal post, tenha dado azo a que a senhora se tenha sentido directamente atingida;
3 - O referido post foi escrito por mim, num momento de grande perturbação emocional, fruto de um estado de alma alterado e  exaltado com uma situação referente à minha intimidade que vi invadida;
4 - Em lugar algum do mesmo post, está referido o nome da Srª dª Otilia Gradim, tratando-se apenas de um desabafo em jeito de resposta a um amigo que me pedia calma no meu sentimento de exaltação;
5 - No entanto, e para que não subsistam dúvidas de qualquer espécie, serve este post para pública e definitivamente apresentar  um pedido público e formal de desculpas, à Srª dª Otilia Gradim, por esta se ter sentido atingida pelo que está escrito em: “ http://cadsf.blogspot.com/2010/08/joaquim-paulo-obrigado-pelo-cuidado-mas.html ”;
6 - De facto e me penitencio por isto, que poderia ter dito a mesma coisa de maneira mais educada do que a forma com que infelizmente escolhi e me ocorreu.
Aproveito também para apresentar as minhas mais sinceras desculpas pelo mal estar que possa ter causado aos meus amigos, e aos leitores deste pequeno blogue e aqueles que embora nem colegas e nem amigos participam deste grupo de abnegados leitores.
Estando numa semana de profundas mudanças na minha vida, dou por findo esta triste história. Outros assuntos de ordem familiar necessitam de um grande acompanhamento e envolvimento da minha parte. Trata-se de algo que pensava-mos ter ultrapassado, mas que parece ter voltado para nos atormentar novamente os dias.
Nota final.  Este espaço está aberto à Srª dª Otília Gradim, como sempre esteve desde o tempo em que desta equipa fez parte e dele se excluiu por vontade própria, para publicar o que lhe convir dizer sobre o assunto, com a promessa de que será publicado na integra.

Carlos Alberto Ferreira

Em virtude de entender que o pedido de desculpas ou estava mal redigido ou era um golpe de teatro para evitar o processo Judicial pedi o seguinte esclarecimento

“Antes de responder ao seu Pedido formal de desculpas, e de decidir se procedo criminal e civilmente conta si, há um ponto que convém que esclareça definitivamente, sem recorrer a nenhum tipo subterfúgio ou ambiguidade.
No post sobre cujo conteúdo vem agora apresentar este Pedido formal de desculpas escreveu sobre mim que “Não será UMA SOPEIRA, PARA TODO O SERVIÇO, E DE MAU PORTE MORAL, que me derruba.”
Ora esta frase é insultuosa e criminosa ... e o que ela significa, todos nós todos sabemos! …
Mas, quando agora escreve no pedido de desculpas: “De facto e me penitencio por isto, que PODERIA TER DITO A MESMA COISA DE MANEIRA MAIS EDUCADA do que a forma com que infelizmente escolhi e me ocorreu.” está a reiterar o insulto, que mantém, apenas o camuflando num pedido de desculpa?
Explique-se pois de uma vez por todas.”

A resposta foi esta:

“Exma Srª.

Como afirmei e vou cumprir sempre, tudo o que lhe aprouver escrever sobre este assunto será publicado, sem qualquer tipo de moderação de comentários.
Conforme tive oportunidade de escrever no Pedido Formal de Desculpas, a terminologia escolhida e à qual V. Exa faz menção, não é efectivamente a mais educada e feliz.
Poderia escrever o mesmo de outra maneira?
Efectivamente sim. Deveria ter deixado de uma vez por todas evidente e claro que era minha obrigação ter colocado de uma vez por todas um ponto final em diversos assuntos, seguir em frente e continuar a trabalhar nos objectivos que tracei para mim enquanto Coordenador neste mandato.
Por esse facto me penitencio. Este tipo de terminologia não está à altura das funções que actualmente desempenho e deveriam obrigar-me a maior comedimento, no tipo de reacções que tive ou venha a ter, face a qualquer tipo de registo que sobre a minha pessoa venha a aparecer em qualquer lado.”

Constato que, perante o que é afirmado e reafirmado pelo Carlos Alberto Ferreira, tanto no “pedido formal de desculpas”  (“... poderia ter dito a mesma coisa de maneira mais educada do que a forma com que infelizmente escolhi e me ocorreu...”) como na resposta ao pedido de esclarecimento que lhe dirigi ( “...Poderia escrever o mesmo de outra maneira? Efectivamente sim...)  verifico este só considera ter errado na forma e não no conteúdo daquilo que escreveu.
Ora o que ele escreveu só é crime pelo seu conteúdo.
Aliás confesso que estava terrivelmente curiosa para saber qual seria a outra forma de se poder dizer: “Não será UMA SOPEIRA, PARA TODO O SERVIÇO, E DE MAU PORTE MORAL, que me derruba.” Sem que se fosse atingida e vilipendiada a honra da visada?
Mas isso, o Carlos Alberto Ferreira não quis ou não pôde explicar...
Mão me resta pois alternativa que não seja entregar este assunto à alçada judicial, até porque não posso aceitar que o facto de o autor ter problemas possa servir de desculpa ou justificação para o que escreveu e para as ofensas com que me atingiu.

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