30 de julho de 2010

CORO DOS CORNUDOS

2 comentários:

Carlos II disse...

Tenho saudades do Mário Viegas.

Lembro-me de um episódio em que não me deixou entrar depois da hora num especáculo produzido por ele ali perto do S.Luís. É claro que no fim rimos os dois, porque era tudo a fingir.

Lembro-me da peça "À Espera de Godot", numa magistral interpretação dele.

Lembro-me em Almada, num monólogo de Mário Viegas, em que uma senhora nunca mais parava de rir na primeira fila. Ele parou a representação e vira-se para a senhora. "Já acabou!?"

Era estupendo a ler poesia. Um banal texto podia se transformar numa coisa deslumbrante em que o exemplo deste post é bem ilustrativo.

Beij

Otília Gradim disse...

Carlos,

Tenho mais saudades do Luiz Pacheco ;))


beijose