22 de julho de 2009

NARCISO MIRANDA DISPÕE-SE A “RETOMAR O RUMO” MAS NÃO QUER FALAR DO SEU DE PASSADO… FICO ASSIM SEM SABER QUAL É O RUMO QUE QUER RETOMAR…



Pergunto por isso ao Sr. Narciso Miranda (ou seus apoiantes) o motivo porque não abriu O LAR DA 3ª IDADE situado no Complexo Habitacional da Bateria já que foi construído de raiz para esse efeito?
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Para não ser acusada de desonestidade intelectual devo dizer que sei qual deve ser a resposta correcta… mas para quem quer “RETOMAR O RUMO” impõe-se que esclareça!
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O BLOCO DE ESQUERDA EM MATOSINHOS FAZ JANTARES MAS NÃO FAZ MAIS NADA...

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Com tanta gente vinda de fora e mesmo assim a sala não ficou cheia?
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18 de julho de 2009

PARABÉNS!

NELSON MANDELA

DOIS POEMAS DE JOSÉ CRAVEIRINHA



Rezar

Rezo noite e dia
a um homem mais humano
do que os homens
e com a alma a satelitizar
os mundos do coração.

Rezo
e quanto mais rezo mais peço
o segredo de todas as rezas
do homem sincero a rezar.

Que nesta mulher que passa
também há um ventre de mãe
e não é branco nem negro
o ovário da gestação.

Rezo
e como não aprendi a rezar
rezo errado mas sei que rezo
todos doendo-me na religião.


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José Craveirinha
Poemas da prisão
Texto Editora
pag. 52

17 de julho de 2009

SERÁ QUE VAMOS VOLTAR AO “FASCISTAS PARA O CAMPO PEQUENO!” COM A “BÊNÇÃO” DE UM MILITANTE DO PS?

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JM - 3 de Julho de 2009
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Gostava de saber de que crime é que seria acusado o sr Galante?
Será que em Portugal já há crime de delito de opinião?...
É que as suas declarações não visavam criar uma organização fascista - único caso considerado na Constituição da Republica Portuguesa - antes expressavam a sua opinião, da qual podemos ou não discordar.
De igual modo declarar em quem se vai votar não pode ser considerado campanha eleitoral mas uma simples declaração de intenções.
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CONTINUANDO COM A FICÇÃO DO JM...

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A PRIMEIRA PÁGINA DO JM DA PRÓXIMA SEMANA
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16 de julho de 2009

ENTRE O JORNALISMO DE SARJETA E JORNAL DE MATOSINHOS DESCUBRA AS DIFERENÇAS





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É aceitavel que um "jornaleco" manipule uma imagem com o único objectivo de desinformar os matosinhenses?
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PROFESSORES PORTUGUESES EM FIM DE CARREIRA SÃO OS MAIS BEM PAGOS DA UE ATENDENDO AO NÍVEL DE VIDA DO PAÍS

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Os professores portugueses em final da carreira são os mais bem pagos da União Europeia atendendo ao nível de vida do país, revela um relatório divulgado hoje pela Comissão Europeia em Bruxelas.

A edição 2009 dos Dados Essenciais da Educação na Europa apoia-se na análise de 121 indicadores para dar uma imagem do conjunto das tendências mais recentes (a maior parte dos dados utilizados são de 2006/2007) em matéria de organização e de funcionamento dos sistemas de ensino de 31 países europeus (27 da União Europeia mais Islândia, Liechtenstein, Noruega e Turquia.

Se o salário bruto de um professor português no início da sua carreira é de 97,3 por cento do PIB per capita (indicador do nível de vida de um país), essa percentagem aumenta para 282,5 por cento no final dos seus anos de trabalho, de longe o valor mais elevado dos países analisados.
É indecente esta diferença salarial entre o princípio e o fim da carreira.
É igualmente indecente que os maus professores possam chegar ao topo da carreira e ganhar salário igual ao dos bons professores.
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14 de julho de 2009

TALVEZ NÃO SEJAMOS MUITOS E MUITAS

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… mas existimos. Somos as pessoas que, no espectro político-partidário, tal como ele se apresenta (e não o que idealizaríamos), se colocam entre o PS e o Bloco. Não gostamos do PS-centrão, com políticas neo-liberais no trabalho e na economia, e com um séquito de pessoas predispostas ao tráfico de influências. Gostamos do PS quando se apresenta do lado da igualdade, da liberdade, da modernidade. Não gostamos do Bloco quando descai para a demagogia, quando arrebanha as pulsões populistas, ou quando aposta no “correr por fora” desresponsabilizando-se do governo da coisa pública. Gostamos do Bloco quando se apresenta … do lado da igualdade, da liberdade, da modernidade. Alguns e algumas de nós circulam em espaços criados para suprir esse ponto intermédio: em torno de Alegre, em torno de Roseta. Não é o meu caso. Porque acho que sem máquina e sem diversidade de composição social não há transformação política. Mas estejamos lá ou não, estejamos no PS ou não, estejamos no Bloco ou não, partilhamos uma série de preocupações: sentimos que o sistema político português está prisioneiro de uma lógica de grande centro que cedeu demasiado ao neo-liberalismo e que um sintoma disso são as ligações ao poder económico e o tráfico de influências; cortámos há muito com a esquerda revolucionária, mas recusámos a terceira via, acreditando que é possível uma social-democracia que aposte no papel do estado e dos serviços públicos na garantia de igualdade de oportunidades no quadro de uma economia de mercado regulada e com espaço e incentivo para formas de economia solidária e cooperativa; defendemos acima de tudo a liberdade, e esta mede-se na capacidade de garantir opções e escolhas, diversidade, reconhecimento e direitos. Somos pela escolha na interrupção voluntária da gravidez, somos pela diversidade cultural no país e pelo acolhimento dos imigrantes, somos pela plena igualdade no acesso ao casamento civil por parte de casais do mesmo sexo, somos pela despenalização do consumo de drogas, pela laicidade o estado e pela liberdade religiosa, pela efectiva igualdade de género; somos reformistas, no sentido em que queremos transformações concretas na segurança social, na saúde, na justiça, na educação que, com base na valorização dos serviços públicos e na dignificação dos profissionais, melhorem as chances de boa vida para o maior número possível de pessoas, no tempo da sua vida, sem fazer a mudança depender do agudizar de contradições que possam levar, num futuro distante, a uma sociedade perfeita – em que não acreditamos. Não desejamos que as coisas estejam mal para podermos justificar as lutas, desejamos que elas melhorem mesmo e quanto mais cedo melhor; somos pela inovação, pelo conhecimento, pela capacidade inventiva e criadora, pela sustentabilidade energética, pela ecologia – e achamos que estas áreas oferecem o melhor potencial para o futuro económico do país, ao mesmo tempo promovendo o conhecimento, gerador de liberdade; somos por um país que mede o seu valor pelo que faz agora pelos seus cidadãos e pelas suas cidadãs, nascidos ou não aqui, falantes ou não de português, e não pelos mitos do passado, recusando o medo, o atavismo e a violência simbólica das nostalgias do salazarismo ou das utopias revolucionárias. Somos por uma União Europeia assente numa verdadeira representação democrática dos seus cidadãos, com uma verdadeira Constituição e com políticas que ajudem os países mais pobres a aproximarem-se da média comunitária. Somos pela dignificação do sistema político, trazendo para ele novas pessoas, abrindo espaços e diversidades de opiniões, exigindo accountability, e não somos pelo corte definitivo entre a cidadania e a representação ou por alternativas caudilhistas, presidencialistas ou que se deixem seduzir por suspensões da democracia. Em finais de Setembro vamos ter de decidir em quem votamos. Sabemos que não votamos num PSD cuja líder simboliza praticamente tudo o que de negativo foi aqui elencado – uma política que aposta na negatividade e apela aos piores instintos de receio, fechamento, e honrada pobreza. E muitos e muitas de nós estamos tentad@s a votar à esquerda do PS para punir políticas concretas – laborais ou educativas, nomeadamente. Mas mais do que esses argumentos, racionais, espanta-me a onda emotiva que se instalou, para lá das queixas justas, através da repugnância em relação à figura de Sócrates, pintada com as cores da arrogância e do autoritarismo. Ela assenta, a meu ver, num equívoco de percepção: a ideia de que um líder de esquerda deveria ser ou uma figura de bonomia (Alegre?) ou de inflamação revolucionária (Louçã?) – mas nunca uma figura que governa no seu estilo próprio e sem obedecer a um guião estético ou a um folclore de referências específico. Nesse sentido, Sócrates não “bate certo” com o guião cultural português (daí as acusações, como as de autoritarismo e arrogância, que não conseguem, a meu ver, acertar no alvo). Neste momento de crise (que obriga o PS a pensar os erros da deriva neo-liberal da terceira via e do centrão), de desgaste do governo, de acumulação de asneiras por muitos ministros; neste momento de criação de um clima de “derrota” (estabelecida pelos mecanismos retóricos e publicitários de uma comunicação social que em Portugal, ao contrário do resto da Europa, é estruturalmente conservadora); neste momento em que o PS pode (e deve) ver-se obrigado a pensar à esquerda e a pensar em diálogos com muitos cidadãos e cidadãs das várias esquerdas, é o momento de escolher por onde passa a linha divisória entre esquerda e direita. Pessoalmente não acredito que ela passe entre o PS e o Bloco. Acredito que ela passa entre o PSD e o PS. Não quero o regresso do PSD, muito menos do PSD personificado por Manuela Ferreira Leite ou Santana Lopes. Não concordo com várias das políticas deste governo PS que agora termina. Não vi, ainda, o Bloco sair da lógica do “quanto mais dificuldades e tensões sociais melhor”, que o leva a apostar mais no “correr por fora” do que a valorizar as ideias e modos de uma das suas correntes fundadores (a que pertenci), a Política XXI. Mas vejo pela primeira vez, no PS e sobretudo em Sócrates, sinais de um projecto de modernização para o país que se diferencia quer da tentação miserabilista da maior parte da direita, quer da tentação revolucionária da maior parte da esquerda. Justamente num dos piores momentos por que aquele partido passa, e sem qualquer intenção de aderir de novo, enquanto filiado, a um partido, votarei pela primeira vez na vida no PS.
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12 de julho de 2009

NÓS MATÁMOS O CÃO TINHOSO

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Luis Bernardo Honwana nasceu na então cidade de Lourenço Marques (Moçambique) em 1942 e cresceu em Moamba, pequena cidade do interior onde seu pai trabalhava como intérprete. Aos 17 anos passou a viver na capital da colónia. Aí estudou e aí se iniciou precocemente na actividade jornalística. Apoiou a luta pela libertação, foi preso em 1964 e ficou encarcerado por três anos. Em 1969, em pleno colonialismo, e com a guerra colonial no auge, Nós matámos o Cão-Tinhoso é publicado em língua inglesa e obtém grande divulgação e reconhecimento internacional.Após a independência do seu país, desempenhou diversos cargos políticos chegando a ser Ministro da Cultura.
"Não sei se realmente sou escritor. Acho que apenas escrevo sobre coisas que, acontecendo à minha volta, se relacionem intimamente comigo ou traduzam factos que me pareçam decentes. Este livro de histórias é o testemunho em que tento retratar uma série de situações e procedimentos que talvez interesse conhecer.Chamo-me Luis Augusto Bernardo Manuel. O apelido Honwana não vem nos meus documentos. Sou filho de Raul Bernardo Manuel (Honwana) e de Nally Jeremias Nhaca. Ele intérprete da administração da Moamba e ela doméstica. Tenho oito irmãos".
Luis Bernardo Honwana in Prefácio à primeira edição de Nós matámos o Cão Tinhoso.

ADRIANO CORREIA DE OLIVEIRA

TROVA DO VENTO QUE PASSA

Esta é uma homenagem ao Adriano Correia de Oliveira

11 de julho de 2009

A CANDIDATURA DO BE-MATOSINHOS É O MESMO QUE DIZER "UMA MÃO CHEIA DE NADA OUTRA DE COISA NENHUMA"

.Cartaz de 2005
Proposta de cartaz para 2009 ;))
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Levando em conta o que a imprensa local publicou sobre o lançamento da candidatura do Bloco de Esquerda em Matosinhos e as linhas gerais do seu programa… imediatamente me lembrei do titulo de um livro de Irene Lisboa “UMA MÃO CHEIA DE NADA E OUTRA DE COISA NENHUMA”
É fácil perceber que o BE em Matosinhos apresenta uma repetição do que em anteriores campanhas apresentou… talvez isso se fique a dever ao facto de não terem massa crítica capaz de inovarem ou então fica-se a dever ao facto de não serem pessoas inseridas na sociedade matosinhense… e que o que sabem sobre Matosinhos é muito pouco para serem uma alternativa no conselho… e para terem alguma credibilidade
Senão vejamos o que temos quanto aos nomes propostos para 2009:
Câmara Municipal
Fernando Queirós

Gonçalo Torgal
Assembleia Municipal
Ferreira dos Santos

Cecília Eira
Os nomes propostos em 2005
Câmara Municipal
Gonçalo Torgal
Ferreira dos Santos
Assembleia Municipal
Cecília Eira
Fernando Queirós
Concluo assim que não podem, ou não querem apresentar nada de novo e que, apesar de o BE ter crescido em número de votos no concelho, isso não se traduz numa melhoria e acrescento de credibilidade das suas propostas nem na melhoria da sua massa crítica na organização concelhia.
No que toca às linhas programáticas é uma repetição do que se disse em campanhas passadas
“o Bloco de Esquerda não alinha em acordos pré e pós eleitorais.”
Esta frase está estafada de tanto ser repetida… mas mesmo que alinhassem em tais acordos, tal não seria credível nem confiável, veja-se o caso do Sá Fernandes em Lisboa.
““O principal objectivo da nossa candidatura é alterar o rumo das políticas que têm vindo a ser tomadas. Não corremos atrás de lugares. A política é uma actividade de serviço público.”
Frase curiosa, já que não se percebe o que se querem alterar… nem como... Eles dizem que querem alterar o rumo, mas não dizem (não sabem) por onde querem ir...
Sobre o serviço público que se afirma ser a politica… é muito interessante que seja o Fernando Queirós a afirmá-lo, até porque é funcionário do BE... sendo evidente para os mais atentos que o Fernando Queirós nunca servirá o interesse público mas antes os interesses da facção que estiver no poder no Bloco de Esquerda, seu patrão…
Aliás é só pela necessidade de agradar à facção maioritária o motivo porque não faz parte da facção “ESQUERDA NOVA” que é essencialmente constituída pelos aderentes de Matosinhos!...
Não seria mais coerente não vir falar de serviço público?... mas falar antes da necessidade de garantir o seu emprego? Será que um maoísta convicto não é capaz de melhor argumentação?...
Em Matosinhos o BE apresenta um candidato que considera e afirma ser incompatível ser-se activista dos direitos humanos e “dar a cara pelo BE” embora essa não seja a opinião da Comissão de Direitos do BE… mas o que esperar de alguém que tem Mao Tsé-Tung como mentor?
“Ferreira dos Santos, candidato à Assembleia Municipal, defende a “qualidade da democracia” e a “participação cívica”.”
Ora aqui está uma frase que me assusta, vinda de quem vem, já que para se afirmar politicamente dentro do Bloco teve necessidade de criar uma facção que se intitula de “NOVA ESQUERDA” e de se associar aos de quem tão mal disse, como é o caso de Helena Carmo conhecida por ser da facção dos “metralhas”… será essa a nova participação cívica a que se refere?... por isso gostaria de ver esclarecido publicamente o que significa “ser dos metralhas” dentro do Bloco de Esquerda.
“Entende ainda que a Assembleia Municipal deve ser “um fórum institucional de debate de alternativas” e não “o órgão formal, burocrático e esvaziado de poder”. Quanto às juntas de freguesia, Ferreira dos Santos é da opinião de que estas devem “assumir parte da gestão do concelho, sem submissões, sem subserviências”.
Frase brilhante para um candidato a uma Assembleia Municipal!... é que com esta frase o candidato não se propõe só à “participação cívica” local, como também se propõe mudar a lei autárquica em sede de Assembleia Municipal… e atribuir competências à Assembleia Municipal muito para além das que estão estabelecidas por lei… é surpreendente como se pode afirmar isto… sem que quem sabe o que está em causa e quais as competências da Assembleia Municipal não desate a rir!... esta frase não passa pois de mais uma demonstração da falta de preparação de quem se propõe intervir na cena politica concelhia...
Se um dia um governo decidisse cobrar imposto pelos disparates que se dizem por ai… o défice reduziria, haveria menos poluição política e esta seria mais ecológica e sustentável ;))
“Fernando Queiroz quer “transformar Matosinhos num concelho virado para o século XXI”, através da promoção da competitividade quer em termos nacionais quer internacionais, de uma política social de habitação, de uma política cultural de apoio e promoção da produção local, da defesa do património natural e da adopção de energias mais limpas e comportamentos ambientalmente sustentáveis.”
· É curioso usar conceitos adequados a um programa político nacional mas um bocado fora de um programa político para intervenção local… especialmente se tivermos em conta que se trata do concelho de Matosinhos.
· Matosinhos tem uma política de habitação social consistente e de qualidade, não é a melhor do mundo mas é uma dos melhores do país.
· Matosinhos não pode estar virado para o século XXI, Matosinhos está no século XXI e, no que respeita à política ambiental, social e cultural, está à frente da maioria dos concelhos nacionais.
· Matosinhos, de acordo com um estudo de João Teixeira Lopes, tem uma boa politica cultural e essa politica cultural atrai uma parte significativa de público da área Metropolitana do Porto pela sua diversidade e qualidade.
· Matosinhos tem desenvolvido uma política ambiental que foi enaltecida pelo MPT (partido que se assume antes de mais como partido ecologista)
O que significa de facto votar no Bloco de Esquerda em Matosinhos? Votar no BE em Matosinhos não é a mesma coisa que votar Bloco de Esquerda no Porto pois o BP tem uma candidatura bem mais credível e capaz.
Votar BE em Matosinhos significa votar na facção “ESQUERDA NOVA” e dar força a esta corrente mesmo quando o seu trabalho no concelho seja muito perto do zero… Sintomático é que se abstêm na Assembleia Municipal na maioria das questões.
Quando se tem a necessidade de adjectivar de “NOVO” quase sempre se está a querer esconder alguma coisa…
Pode-se ler sobre esta facção aqui e aqui
Aderentes da “ESQUERDA NOVA” em Matosinhos… é curioso porque quase se podem considerar uma facção familiar… tipo piza familiar.
Ana Lúcia Dias Garcia – Matosinhos/ S. Mamede Infesta
Mafalda Sofia Dias Garcia – Matosinhos/ S. Mamede Infesta
Avelino Domingos Ribeiro Garcia - Matosinhos/ S. Mamede Infesta
Inês Lúcia Santos Moura - Matosinhos/ S. Mamede Infesta
Cecília Augusta Moutinho Silva - Matosinhos/ S. Mamede Infesta
José Joaquim Ferreira dos Santos - Matosinhos/ S. Mamede Infesta
Maria da Graça Ferreira Ribeiro Pinto - Matosinhos/ S. Mamede Infesta
Jorge António Caetano dos Santos – Matosinhos/ S. Mamede Infesta
Dulce Cristina Coelho Resende Ramos - Matosinhos/ Leça da Palmeira
José Fernando Oliveira Basto - Matosinhos/ Leça da Palmeira
Gonçalo Manuel Lemos Reis Torgal - Matosinhos/ Leça da Palmeira
João Luís Ferreira Queirós - Matosinhos/ Leça da Palmeira
Cecília Eira – Matosinhos/Leça da Palmeira
João Pedro Moreira Freire - Matosinhos/ S. da Hora
Carlos Maria Miranda Mota - Matosinhos/ Lavra
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7 de julho de 2009

UM NOVO SEMANÁRIO - O GRANDE PORTO

É curioso que logo na sua primeira edição apresenta uma sondagem que não deve ter agradado aos candidatos.
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Em primeiro lugar ao CANDIDATO INDEPENDENTE NARCISO MIRANDA que estando no terreno há mais de um ano e apesar de ter feito acções de campanha maciças não foi capaz de descolar do candidato do PS.
Em segundo lugar ao CANDIDATO DO PARTIDO DE MATOSINHOS GUILHERME AGUIAR que apesar de pensar que isto ia ser como laranjas contadas… se fica na casa dos 21%, ou seja, as laranjas em Matosinhos dão pouco sumo.
Em terceiro lugar ao CANDIDATO DO PARTIDO SOCIALISTA GUILHERME PINTO que ainda não se fez anunciar de forma pública como candidato e está colado à candidatura independente… ou seja ou vem para o terreno ou corre o risco de não ganhar a câmara.

5 de julho de 2009

PRÉMIOS LEMNISCATA

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O blogue CARLOS ALBERTO e o blogue O VALOR DAS IDEIAS distinguiram este blogue com o "Prémio Lemniscata” que mesmo entendendo não ser merecido, não posso deixar de agradecer.
“O selo deste prémio foi criado a pensar nos blogs que demonstram talento, seja nas artes, nas letras, nas ciências, na poesia ou em qualquer outra área e que, com isso, enriquecem a blogosfera e a vida dos seus leitores."
"LEMNISCATA: “curva geométrica com a forma semelhante à de um 8; lugar geométrico dos pontos tais que o produto das distâncias a dois pontos fixos é constante.”

"Lemniscato: ornado de fitas. Do grego Lemniskos; do latim, Lemniscu: fita que pendia das coroas de louro destinadas aos vencedores"
Importa acrescentar "que o símbolo do infinito é um 8 deitado, em tudo semelhante a esta fita, que não tem interior nem exterior, tal como no anel de Möbius, que se percorre infinitamente"
De acordo com o estabelecido devo indicar agora sete blogues e assim, sem obedecer a qualquer tipo de ordenação sugiro:
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3 de julho de 2009

CARTOONISTA PRESO NAS HONDURAS

LER NOTICIA NO BLOG DA FECO [CLICAR]
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Allan Mc Donald, caricaturista de El Heraldo de Honduras, que recentemente tinha recebido o Prémio Nacional de Caricatura das mãos do presidente hondurenho (agora exilado) Manuel Rosales Zelaya, foi detido às três da manhã do passado domingo dia 28, juntamente com sua filha de apenas 17 meses.

1 de julho de 2009

TAMBÉM TENHO PARA MIM QUE MATOSINHOS MERECE MELHOR!!!


ENTÃO PORQUE PROPÕEM ESTE CANDIDATO?

Ao ler o Jornal "Matosinhos HOJE" fiquei abismada com a notícia em que se descreve a apresentação da candidatura do PSD ao município. Confesso que tive que ler uma segunda vez de tal modo fiquei incrédula sobre o que lia…

Interroguei-me se o PSD e o CDS concelhio tinham estado presentes? ...
Interroguei-me se a Clarisse de Sousa terá estado presente e em silencio? ...
Interroguei-me se o Paulo Coutinho terá estado presente e como tinha deixado que o acto oficial da apresentação de candidatura em coligação ao município de Matosinhos tivesse decorrido de acordo com o descrito?...
A minha maior interrogação foi: qual é o mérito que o Guilherme Aguiar tem que a Clarisse de Sousa não tem e que levou o PSD preterir a dirigente concelhia?
O artigo que li foi para mim esclarecedor para não ter dúvidas de que Guilherme Aguiar não tem mais mérito que a Clarisse de Sousa.
A apresentação da candidatura resume-se a mais ou menos a isto: vieram uns senhores de Gaia para nos dizer que um deles é candidato do PSD ao município de Matosinhos e para nos brindar com uma mão cheia de disparates… na sua brilhante análise política sobre Matosinhos devem ter concluído que somos todos parvos.
Assim, e de acordo com o artigo analisemos as pérolas “made in Gaia”
A primeira intervenção coube a Marco António – um homem de Gaia
Marco António Costa, líder da Comissão Política Distrital do Porto do PSD, foi o primeiro a discursar, frisando a ideia de que “esta candidatura representa a vontade dos homens e das mulheres de Matosinhos, que estão acima dos partidos”.
Marco António ao fazer uma afirmação deste teor parece que se envergonha do seu partido (PSD) assim como do outro partido (CDS) que são parte integrante da coligação, e pior, parece pensar que os matosinhenses são burros!… Quais foram os homens e mulheres de Matosinhos que manifestaram vontade de ter este candidato?...
Será que não se lembra (o que é do domínio publico) que o PSD Matosinhos não só não foi capaz de encontrar um candidato nas suas fileiras locais, como ainda o foi tentar recrutar dentro do PS (boato que fez correr muita tinta há algumas semanas atrás e que nunca foi desmentido)?


A segunda intervenção coube a Luís Filipe Menezes – outro homem de Gaia
“No entender de Luís Filipe Menezes, a divisão de votos no PS permite, já hoje, ao PSD valer “não os 30, 31%”, mas sim “35, 36, 37%”
Luís Filipe Menezes com esta afirmação admite que a haver uma vitória da coligação PSD/CDS ela não se deverá ao seu mérito mas à divisão que existe no PS e desvaloriza completamente e de imediato o mérito dos candidatos da coligação do PSD/CDS a serem sufragados no dia 11!
É pois verdade que “Matosinhos merece melhor” e que este candidato é mau para Matosinhos!
“O José Guilherme Aguiar tem dimensão regional e nacional. Fez obra por onde passou, no associativismo, nas funções autárquicas. É essa a mais-valia da candidatura”
Guilherme Aguiar não é conhecido pelo seu desempenho de vereador na câmara de Gaia onde ocupa o pelouro do desporto, lazer e tempos livres; da saúde, da acção social… nem por ter sido presidente de junta numa freguesia de Gaia.
Guilherme Aguiar, essencialmente, é conhecido por ser membro do painel de um programa sobre futebol e por ser um acérrimo defensor do FCP e é só por este atributo é que é reconhecido (e nisto estou à vontade porque o FCP é o meu clube)

A terceira intervenção coube a Guilherme Aguiar – um homem de Gaia
Não começou bem.
“Assim chegou, com cerca de uma hora de atraso, José Guilherme Aguiar ao Parque Basílio Teles”
Afigura-se-me natural já que é preciso conhecer a zona para não se perder pelo caminho pois o Parque Basílio Teles não fica bem no enfiamento das marisqueiras de Matosinhos Sul… embora os seus conterrâneos de Gaia não tivessem a mesma dificuldade e já estivessem presentes para o espectáculo.
No púlpito podia-se ler “MATOSINHOS MERECE MELHOR” fiquei surpreendida com a capacidade auto-critica que Guilherme Aguiar mostrou ter… só não me parece que tenha escolhido o melhor sitio para a oficialização da sua candidatura, pois para alem do local escolhido me ter parecido errado, afigura-se-me simbólico e prenunciador de que mais uma vez ficam à porta…
“No público, encontravam-se apoiantes e militantes das duas forças político-partidárias, não só de Matosinhos, mas também de Vila Nova de Gaia, município onde José Guilherme Aguiar é vereador.”
Fiquei sem perceber se houve um recenseamento maciço em Matosinhos dos seus amigos de Gaia ou se estes, mesmo não tendo direito a voto cá no burgo… vieram só festejar a sua saída de Gaia...
“dirigiu-se “aos cidadãos de Matosinhos, aos que nasceram cá, aos que vivem cá e aos que, como eu, vieram para cá trabalhar”.
Esta é uma frase bonita mas desnecessária já que o que está em causa são os cidadãos e as cidadãs que tem direito a voto no concelho, o que não é o caso do candidato… pois, com todos muito bem sabemos, ele não nasceu cá, não vive cá, nem veio para cá trabalhar... (apenas tem a vã esperança que os “lorpas” cá do burgo, com o seu voto, lhe arranjem aqui um excelente “tacho”!
Segundo a mesma notícia afirmou
“disparou críticas aos seus principais adversários, Narciso Miranda e Guilherme Pinto, responsabilizando-os pela situação de “estagnação” a que o concelho chegou, graças a “lutas estéreis” no Partido Socialista:”
“ Matosinhos é um concelho de referência e, por isso, precisa de desenvolvimento, de qualidade de vida, de estabilidade e de coesão social”,"
Provavelmente o candidato com “A ansiedade” dispara ao jeito da nossa polícia ( se não querem acertar, matam; se querem atirar a matar, perdem a bala): - como pode Matosinhos ser um concelho de referência se está numa “situação de “estagnação” ?...
Como pode o concelho de Matosinhos que, segundo as palavras de Guilherme Aguiar, está estagnado receber um o Prémio de Cidade de Excelência
Matosinhos é mesmo uma referência de qualidade de vida mas para as pessoas que cá vivem e que gostam da terra e não para os que aqui se deslocam só porque cá vêm comer peixe fresco…
Assustador, assustador é ler que Guilherme Aguiar falou de “de estabilidade e coesão social” quando Gaia é um dos concelhos com mais desemprego!...
E torna-se ainda mais assustador quando se sabe que Gaia é o 2º município mais endividado do país, só tendo à sua frente Lisboa!...
Fazer uma afirmação destas “Parece a Bósnia portuguesa” é uma gravíssima ofensa a todos os matosinhenses que, dentro da democracia que a todos nos rege, assumem e manifestam as suas divergências. É falsear a história e, mais grave que isso, é fazer o branqueamento (ou então associar-nos) aos crimes contra a humanidade que na Bósnia se cometeram.
Termina dizendo uma grande verdade: “Não é novidade nenhuma que sou um adepto emocional do FC Porto
Se não fosse esta sua qualidade de acérrimo defensor do FCP seriam muito poucos os matosinhenses que o reconheceriam, já que não é a notoriedade do seu trabalho como presidente de junta ou como vereador da câmara de Gaia que o torna conhecido.

Ficou pois bem provado que

MATOSINHOS MERECE MELHOR!