23 de junho de 2009

EX-RESPONSÁVEL DO DIAP DO PORTO ARRISCA PROCESSO-CRIME






O procurador Almeida Pereira que, nos últimos anos, foi um dos responsáveis do Ministério Público no Porto, chegando a ser nomeado para a direcção da PJ daquela cidade, poderá ser alvo de um processo-crime por suspeita de ter avocado um processo relacionado com droga eventualmente produzida numa farmácia e de o ter deixado prescrever de forma alegadamente intencional.
Informações recolhidas pelo PÚBLICO referem existirem indícios de que o magistrado transportou ilegalmente o processo do tribunal onde exercia funções, em Guimarães, para o Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) do Porto para cuja direcção foi transferido, e de o ter deixado prescrever intencionalmente. A referida droga seria supostamente utilizada por jogadores de futebol.
Esta é uma das suspeitas que levaram a que lhe fossem instaurados vários processos disciplinares e à proposta da sua suspensão da magistratura por dois anos pelo Conselho Superior do Ministério Público (CSMP) feita na sua última reunião. Por esses eventuais ilícitos praticados estão agora também a ser extraídas certidões para a instauração de processos-crime.
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O processo que envolveu Narciso Miranda, candidato à Câmara de Matosinhos, por suspeitas de corrupção e ao qual Almeida Pereira deu despacho de arquivamento é outro dos que determinaram a instauração de processo disciplinar. A este juntam-se vários outros por eventuais ligações ao Futebol Clube do Porto e a atrasos nas respostas a inquéritos.

17 de junho de 2009

NA FILA INDIANA

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Não sabia como te convidar para um daqueles bifes especiais …
...por isso decidi enviar-te o "animal" inteiro ;))

Não deixam o "animal" entrar na India ;)


14 de junho de 2009

SOBRE A RESPOSTA DE ALEXANDRE LOPES AO POST "ALEXANDRE LOPES SABE FAZER CONTAS?... CONCLUO QUE NÃO!"

O POST
Cara Otília, sempre a vi como uma pessoa esclarecida, espanta-me no entanto que não tenha percebido que o que aconteceu foi um erro de redacção.São efectivamente cerca de 27 mil Euros e não milhões. E essa redução não respeita ao orçamento geral da JF, mas sim a uma rubrica de receita que deriva directamente do estado - FFF (Fundo de Financiamento às Freguesias)
Um Abraço,
Alexandre Lopes
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Caro Alexandre,
Espanta-me o seu espanto, até porque diz que “sempre me viu como pessoa esclarecida”! ...
Permita-me pois alguns “esclarecimentos” adicionais sobre o que aqui está em causa:
Quando li a notícia, que deu origem a este post, numa publicação que se intitula de jornal, percebi que havia três hipóteses:
A primeira hipótese seria a do Alexandre Lopes ter feito a afirmação “Recebemos, por todo este trabalho realizado, uma redução no orçamento na ordem dos 27 milhões de euros..."
… convenhamos que é uma afirmação absurda, mas adequada ao momento de comes e bebes em que a proferiu, e comum em discursos empolgados de desresponsabilização e de vitimização… ou seja, o Alexandre Lopes não terá feito mais porque lhe cortaram as verbas…
(O corte que a Junta de Freguesia da Senhora da Hora sofreu foi universal ou seja todas as Juntas de Freguesia sofreram um cortes nessa rubrica, corte esse decorrente de alteração da Lei
A segunda hipótese seria a de que tal afirmação absurda “Recebemos, por todo este trabalho realizado, uma redução no orçamento na ordem dos 27 milhões de euros..." ser da autoria da jornalista que escreve na tal publicação que pretende ser vista como um jornal, mas que, no momento, mais se assemelha a um boletim informativo da tal “campanha independente mas com roupa interior do PS”…
Tal como outros matosinhenses, fui obrigada a decidir entre as várias hipóteses que se colocavam ao ler o texto… e, desde logo, a de ser um erro do Alexandre Lopes o que me parecia mais ou menos possível e razoável… dado que eram declarações feitas durante um jantar… onde poderia já haver pessoas a ver a dobrar,... como o demonstra as afirmações de um convidado que rapidamente saltou “das cerca de 700 pessoas presentes” que foram noticiadas, para uma visão duplicadora… onde o mesmo terá visto “mais de mil pessoas”…

Assim, achei possível que tivesse havido interferência da tal “visão a dobrar” e de uma enorme confusão com os números… parecendo-me por isso plausível que a frase fosse sua e que tivesse mesmo dito “uma redução no orçamento na ordem dos 27 milhões de euros”…
Admito que errei ao atribuir-lhe a frase!
Mas… se o erro não é seu… levanta-se-me uma nova questão… porque é que não fez uma nota a desmentir os números?...
É aqui que entra a terceira hipótese, bem mais complicada… e que reflecte uma capacidade estratégica de que o Alexandre talvez não seja capaz … mas que para mim, que sou uma fã da teoria da conspiração, faz todo o sentido!
O Alexandre Lopes apesar de ter detectado o erro nas palavras que lhe são atribuídas no tal intitulado jornal… mas porque elas visavam ser uma desculpa e vitimização face ao actual Presidente da Câmara… (esse malvado que se recusou a fazer de marionete… e que agora corta nas verbas dos que não o apoiam) … não faz a correcção no local certo, que seria onde foi publicada tal afirmação… até porque o cidadão comum não faz as contas ao que são 27 milhões de euros (mas sabe que é muito, muito dinheiro)… e vem fazê-lo apenas no meu blog…
Agradeço-lhe desde já a consideração que demonstrou ao fazê-lo no meu blog assim como lhe agradeço a verticalidade de o fazer em seu nome… coisa que outros não fazem...
Mas… este comportamento leva-me a acreditar que “uma redução no orçamento na ordem dos 27 milhões de euros” não eram números inocentes e muito menos escritos de forma impensada!...
Ao corrigir os números no blog, e ao não os corrigir no tal “jornal” demonstra uma falta de consideração pelos matosinhenses, já que esses é que devem ser informados de forma objectiva, honesta e credível…
Não quero que fiquem dúvidas sobre o que penso do Alexandre Lopes que, como pessoa, acho que é uma boa pessoa!
...Mas acho-o um mau Presidente de Junta!...
Para o classificar como mau Presidente de Junta só vou levar em conta dois factos, para mim esclarecedores…
o primeiro, o de ter fardado o pessoal administrativo da junta - coisa que nem Salazar conseguiu fazer - com dinheiro dos contribuintes (disse-lho pessoalmente)
o segundo, pelo facto de demonstrar um profundo desrespeito pela Lei e pelos utentes que se deslocam pessoalmente à JF para tratar de alguma assunto, ao não ter mandado retirar a barreira de vidro (disse-lho também pessoalmente e até o informei da lei que a tal o obriga), com a desculpa de que assim protegia a saúde e segurança das funcionárias administrativas!…
... e quem protege essas pessoas do desrespeito que demonstra ter?...
Um abraço
otília gradim

10 de junho de 2009

O SR. JOSÉ RODRIGUES?... NUNCA MAIS!

OS CARGOS POLÍTICOS NÃO PODEM SER VITALÍCIOS
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8 de junho de 2009

"BERLUSCONI GOSTA DE MULHERES BONITAS"

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QUALQUER SEMELHANÇA NÃO É PURA COINCIDÊNCIA.
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6 de junho de 2009

VOTO VITAL MOREIRA




EM MATOSINHOS HÁ QUEM ANDE MUITO NERVOSO...

Como se pode verificar pelos comentários neste post [aqui] que mais não é que a transcrição de uma noticia que se pode ler [aqui] e que leva a ameaças.

Comigo terão que recorrer a argumentos mais saudáveis.

MATOSINHOS HOJE - O BADALO



4 de junho de 2009

E AO SR PROCURADOR NÃO VAI ACONTEACER NADA?


Procurador arrisca pena de demissão

Almeida Pereira, o procurador que durante anos foi o coordenador do crime violento no DIAP do Porto e que chegou a ser indicado para dirigir a polícia Judiciária na mesma cidade, arrisca agora a pena de demissão, na sequência de vários processos disciplinares que lhe foram instaurados.
O primeiro processo, e único a ter proposta, foi este mês remetido novamente ao instrutor, pela secção disciplinar do Conselho Superior do Ministério Público, para alterar a sanção sugerida inicialmente, transferência, para inactividade por dois anos.
O magistrado foi alvo de uma investigação devido a atrasos nos inquéritos que tutelou, averiguação que foi convertida em processo disciplinar. Outros entretanto foram abertos e o CM sabe que os instrutores admitem a pena de demissão ou de aposentação compulsiva. Há ainda a sugestão de conversão dos casos em processos-crime.
Estão em causa diversas situações. Num dos casos verificados pelos instrutores do MP averiguou--se que Almeida Pereira avocou, em 1999, 14 processos de negligência médica. Eram todas as investigações a este crime que corriam no departamento, tendo Almeida Pereira chamado a si os inquéritos, enquanto coordenador do DIAP.
Anos depois, nenhum dos processos foi dado como concluído. A inspecção feita agora ao magistrado permitiu verificar que em 2006 Almeida Pereira reportou à PJ do Porto um assalto ao seu gabinete. Disse, na altura, que os processos tinham sido roubados. Nada foi recuperado e as investigações morreram.
Outro caso sob investigação é o processo que teve Narciso Miranda como arguido. O candidato à Câmara de Matosinhos foi investigado por corrupção e o polémico despacho de arquivamento foi assinado por Almeida Pereira. O procurador transitou entretanto para o DIAP do Porto e levou o processo. Disse depois que o mesmo foi roubado.