8 de maio de 2008

AMNISTIA INTERNACIONAL DE MATOSINHOS PREOCUPADA COM A CHINA ... E MATOSINHOS

Maria Otília G R R, portadora do Bilhete de Identidade nº x, emitido em xx por Lisboa, com residência na rua Álvaro Castelões, xxx – xxxxxx, 4450-000 Matosinhos, vem, enquanto Coordenadora do Núcleo de Matosinhos da Aminstia Internacional-Portugal exercer o Direito de Resposta consignado nos Artigos 24º a 27º da Lei nº 2/99 de 13 de Janeiro, relativamente a uma notícia publicada na página __ da edição de 8 de Fevereiro de 2008 do “JORNAL DE MATOSINHOS”.

DIREITO DE RESPOSTA

O “Jornal de Matosinhos publicou, na sua edição de 8 de Fevereiro de 2008 e sob o título
“Amnistia Internacional de Matosinhos Preocupada com a China
... E Matosinhos?
uma notícia que põe em causa o bom nome e reputação do Núcleo de Matosinhos da Aminstia Internacional-Portugal.
Nessa notícia a jornalista Natália Pinto Soares manipula dois extractos de um dito “regulamento da AI – Portugal ” para, depois de lamentar que este Núcleo “ainda não tenha colocado em cima da mesa questões relacionadas com o Concelho”, o acusar de “estar a funcionar ao contrário do que é lógico e do que fazem os restantes Núcleos do país e do mundo”
Esta acusação até poderia ser desculpável, por ignorância, caso a dita jornalista não tivesse tido oportunidade de se informar sobre a forma de operar dos Núcleos e Grupos da Amnistia Internacional, porém tal tema já anteriormente foi objecto de esclarecimento prestado por mim enquanto Coordenadora deste Núcleo, e esse esclarecimento foi publicado na vossa edição 1407 de 07/12/2007, onde, sob o título “Contra a Pena de Morte”, depois da informação sobre o encaminhamento que seria dado às queixas que o Núcleo recebesse, se pode ler “... os núcleos, que vivem na sociedade onde têm sede, têm de ser imparciais, daí que a AI não se ponuncie localmente ...”
Convém ainda esclarecer que, desde a data em que foi criado, este núcleo da AI nunca recebeu nenhuma queixa onde, implicita ou explicitamente fosse mencionada qualquer eventual violação ou abuso à Liberdade de Expressão ocorrida no Concelho de Matosinhos.
Assim venho expressar à Direcção do JORNAL DE MATOSINHOS o nosso repúdio pelo teor desta “Notícia” que entendemos afrontar a nossa Independência relativamente a quaisquer poderes, facções, interesses ou instituições deste Concelho, por pretender influenciar e condicionar a nossa agenda e a nossa forma de actuar.
Por último, quero corrigir a informação veiculada nesta notícia de que o Presidente da Cámara Municipal de Matosinhos, dr Guilherme Pinto, seja membro deste núcleo da AI-Portugal pois, apesar da generosa e desinteressada colaboração que a Câmara de Matosinhos e o seu Presidente sempre nos dispensaram, o dr Guilerme Pinto não é membro da AI-Portugal


Matosinhos, 18 de Fevereiro de 2008
Maria Otília G R R
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[edição 1418 de 22 de Fevereiro de 2007]

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