8 de maio de 2008

OTÍLIA REISINHO CONTINUA “DISTRAÍDA E MUDA”

António Parada, um dos fundadores da AI de Matosinhos, não participou por ter que “ marcar o ponto” no Baile da Pinhata
Otília Reisinho continua
“distraída e muda”

O debate promovido serviu, principalmente, para reconfirmar que a responsável máxima pelo Núcleo da Amnistia Internacional de Matosinhos, Otília Reisinho, mudou 180º desde que saiu do Bloco de Esquerda, constando-se que está em vias de aderir ao Partido Socialista, e que, uma vez mais, tão irrequieta e corajosa nas palavras, se retraiu em levar a discussão para os Direitos do Homem e a Liberdade de Imprensa em Matosinhos, como era seu dever, nomeadamente no que toca ao “Jornal de Matosinhos” e ao Cemitério de Sendim.
Se insistir em permanecer “distraída e muda” relativamente à violação dos Direitos do Homem e aos abusos à Liberdade de Expressão que são cometidos na nossa terra, não deve estranhar que alguém diga que se demita e vá para casa, já que a AI de Matosinhos deve, em primeiro lugar, promover a investigação desses atropelos no Concelho; em segundo, denunciá-los e combate-los no Concelho; em terceiro promover acções de prevenção para que não voltem a ser cometidos no Concelho, e só, depois, de estarem erradicados no Concelho, então, preocupar-se com as outras terras, sem nunca descorar sobre o que se passa aqui, para, se necessário, voltar ao combate. Esta deve ser a sua principal preocupação, já que as outras localidades e países têm os seus próprios Núcleos, ou merecem particular atenção a partir de inúmeros países e da Direcção Nacional do nosso país.

Quem não sabe defender, organizar e arrumar a sua própria casa, muito menos saberá zelar pela dos outros…
Não obstante essa postura, Otília Reisinho recebeu a congratulação do presidente da Junta de Freguesia, António Parada, um dos fundadores da AI, que se deslocou à Sala dos Espelhos da Antiga Biblioteca Municipal, para cumprimenta-la, não ficando para participar no debate, porque tinha que comparecer no Baile da Pinhata que estava a ser promovido à mesma hora, na autarquia que lidera.
A propósito deste debate, na edição da semana passada questionamos:
- Que pensam protagonizar, nesta área, dois dos mais salientes membros da AI concelhia – respectivamente Guilherme Pinto e António Parada, apoiados nas suas “entourages”?
Se se remeterem ao silêncio, darão sinal público de que são contra a Liberdade de Expressão, contra os Direitos do Homem, e que a careta não condiz com a letra!
Será que a atitude de António Parada, ao preterir o debate a favor do Baile da Pinhata é a resposta àquilo com que o confrontamos?
Natália Pinto Soares
[edição 1417 de 15 de Fevereiro de 2007]

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