O pior e o melhor de Matosinhos
17 de Setembro de 2006
Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012
Terça-feira, 24 de Janeiro de 2012
Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2012
Sábado, 21 de Janeiro de 2012
o mundo está mesmo em crise!!!
A foto registou estes três destacados políticos e eles são a prova da dimensão da crise que o mundo atravessa!
Um está preso, o outro está desaparecido e o que ainda está na politica activa... está com dificuldades económicas.
Sexta-feira, 20 de Janeiro de 2012
Quinta-feira, 12 de Janeiro de 2012
não há duas sem três?
Diz o povo que não há duas sem três… será que o próximo encontro está para breve?...
Sexta-feira, 6 de Janeiro de 2012
Quinta-feira, 5 de Janeiro de 2012
do desacordo ortográfico
"O livro foi escrito originalmente em inglês, sob o título de Salazar: A Political Biography, não há nessa edição o subtítulo publicitário “Biografia definitiva”, que consta da edição brasileira. Traduzido para o português de Portugal, o livro tem para nós, brasileiros, um sabor especial, pelo palavreado luso, que lhe dá um curioso gosto de autenticidade “
Excerto de artigo “Foi ditador mas terá sido fascista?” publicado no Courrier Internacional de Dezembro de 2011
… e eu que pensava que o acordo ortográfico era motivado pelo facto de os brasileiros não perceberem o português de Portugal
Quarta-feira, 4 de Janeiro de 2012
leitura obrigatória
Blogue Machina Speculatrix - Porfirio Silva
A ARMADILHA Dois políticos-intelectuais de peso no Labour britânico, Ben Jackson e Gregg McClymont, publicaram no fim de Dezembro, com a chancela do think-tank dos trabalhistas “moderados” de Peter Mendelson, o Policy Network, um documento que perspectiva o caminho a seguir pelo Labour para regressar ao poder, à luz da história político-eleitoral do século XX. De seu título “Cameron’s Trap: Lessons for Labour from the 1930s and 1980s” (pdf aqui), está já a provocar alguma polémica nas fileiras dos trabalhistas. Vamos dar aqui um breve e livre resumo das suas 20 e tal páginas, sem nos entregarmos a grandes comentários acerca da sua pertinência para ilustrar a situação portuguesa.
***
Anteriores governos liderados pelos conservadores ganharam eleições mesmo depois de fazerem cortes profundos nos serviços públicos e de aplicarem políticas cúmplices com o desemprego de massas. Ou seja, conseguiram fazer isso e passar sem uma penalização eleitoral. Como o conseguiram?
Em primeiro lugar, formando uma coligação de vencedores em termos sociais (proprietários, financeiros, mas também trabalhadores “livres” da influência dos sindicatos), manobrando o sistema fiscal para apertar ainda mais os já mais apertados (por exemplo, cortando nos impostos directos e compensando com o aumento dos impostos indirectos, onde pobre e rico são tratados da mesma maneira), desprezando os perdedores (por exemplo, a concentração de desemprego massivo em zonas eleitorais trabalhistas, com recusa de fazer algo contra isso); e criando uma percepção ideológica da economia (com distorções do tipo “o desemprego elevado é uma inevitabilidade”).
Em segundo lugar, em qualquer dos casos, o sucesso eleitoral dos Conservadores passou por uma retórica política centrada nos “cortes”, na redução da despesa pública, no emagrecimento do serviço público, de modo a redefinir o conjunto do debate político nos seus próprios termos. Pode resumir-se este ponto dizendo que, para os conservadores, os cortes são ideológicos – no sentido em que se concebe que um Estado mais pequeno é sempre preferível, tanto em termos económicos como em termos morais –, mas, além disso, os cortes são políticos: no sentido em que servem os interesses eleitorais partidários dos Conservadores. Colocar os “cortes” como um objectivo nacional legitima a redução do serviço público, legitima uma agenda ideológica.
Os Conservadores recorrem actualmente, de novo, ao elemento austeritário deste tipo de estratégia, já que não têm agora disponíveis elementos centrais das suas experiências governativas anteriores. Do ponto de vista da dinâmica económica, os anteriores períodos de governação conservadora apoiaram-se em fenómenos que não se repetirão desta vez (boom na construção, nas finanças, ou no consumo) e a alternativa exportadora tão pouco está facilitada no actual contexto. Do ponto de vista da dinâmica social, o espantalho dos “sindicatos vermelhos”, usado para uma estratégia de confrontação social, não vai funcionar. É, aliás, por isso, que os Conservadores apostam em cavar uma outra divisão social, que possam manipular eleitoralmente: desta vez, entre trabalhadores do sector público e trabalhadores do sector privado.
Nestes termos, a política de austeridade é uma escolha partidária, uma estratégia para colocar o debate político em termos eleitoralmente favoráveis aos Conservadores.
Podemos concordar com a necessidade de uma consolidação das contas públicas a médio prazo, mas isso não implica concordar com a actual política em termos de velocidade e dimensão da redução da despesa pública. Fazer as coisas a esta escala brutal é uma estratégia dos Conservadores para servir os seus objectivos políticos, em particular atirar as culpas para cima dos precedentes governos trabalhistas. As realidades económicas pediriam uma abordagem mais flexível, mas isso estragaria o argumento político dos Conservadores: se os Conservadores aceitassem que é preciso gastar dinheiro para não deixar a economia regredir, teriam de abandonar o argumento contra os Trabalhistas, a acusação de que são despesistas, porque teriam de reconhecer que os Trabalhistas gastaram porque a economia assim o pedia.
A receita, provavelmente, não vai funcionar: nesse caso, os Conservadores vão continuar a pregar a austeridade como inevitável, ainda e mais, porque ainda não deu os resultados esperados. Mas a estratégia política dos Conservadores também inclui o cenário em que a receita da austeridade funcione. Nesse caso, a brutal redução da despesa em serviços públicos será tomada como um facto consumado – quer dizer, não vão aproveitar a retoma para recuperar o nível dos serviços públicos – e vão aproveitar o regresso da folga orçamental para baixar impostos. Se, nessa altura, os Trabalhistas apresentarem como programa eleitoral recuperar o nível dos serviços públicos, serão acusados pelos Conservadores de quererem voltar a aumentar os impostos. Quer dizer: qualquer programa de reforço (ou mera recuperação) do serviço público será apresentado como despesista – com a ameaça de que, indo por aí, será necessário voltar à austeridade. Esta estratégia de pescadinha de rabo na boca serve o objectivo ideológico de “cortar no Estado” e de dificultar o objectivo político de usar os serviços públicos como alavanca de mais justiça social e mais desenvolvimento económico. E serve o objectivo político de atacar os Trabalhistas, fazendo de conta que eles é que criaram a crise, que a crise é resultado das políticas trabalhistas. Esta estratégia política, estritamente partidária, não se foca nos problemas do país, na economia real: nível de vida, emprego, produção, geração de riqueza – mas apenas na retórica em torno da despesa pública e seus putativos culpados, os Trabalhistas. A política económica, assim, é vendida como se fosse uma questão simples de escolha entre partidos políticos: “não há alternativa” é a palavra de ordem que visa esconder a complexidade da crise actual, a importância da recessão mundial, o colapso do sistema financeiro – e colocar esse simplismo ao serviço de uma estratégia partidária e ideológica.
Em termos políticos, a retórica austeritária visa captar apoiantes que vão ao engano: mesmo pessoas que só têm a perder com essa política, podem apoiá-la se forem convencidas de que ela é um “imperativo nacional”. Por exemplo, muitos são convencidos de que a protecção no desemprego é uma forma de gastar dinheiro com quem não o merece, uma despesa “anti-patriótica” porque vai para “grupos restritos” (“só está desempregado quem quer, quem pede salários demasiado altos, quem quer viver à custa dos outros”) em vez de ir para o interesse de todos. A protecção aos mais pobres também pode ser apresentada como “subsídio aos que não sabem viver dentro do seu orçamento”, uma variante privada do argumento do “despesismo”.
Este é o tipo de estratégia política seguida pelos Conservadores ao longo do século XX – e ela é a inspiração de Cameron neste momento e para as próximas eleições. Trata-se, portanto, de pensar como lhe responder. De acordo com os autores, o Labour tem de evitar esta armadilha. Para isso, tem de se focar na realidade de uma economia com mau desempenho e nos rendimentos minguados das pessoas – e no papel que um “Estado activista” tem de jogar para contrariar essa realidade.
O que os Conservadores querem é que os Trabalhistas se limitem a defender os serviços públicos, o que será apresentado como uma tendência para desequilibrar a despesa pública, ou mesmo como um interesse preponderante pelos interesses dos trabalhadores do sector público. Os Trabalhistas devem ter uma agenda mais vasta, virada para mais crescimento e para uma melhoria dos níveis de vida. Os Trabalhistas devem falar para todos aqueles que estão a ser espremidos pela política de austeridade. Isto quer dizer que os Trabalhistas devem ter uma estratégia clara para o sector privado, incluindo uma política industrial, com o objectivo de criar mais emprego, emprego sustentável, e aumentar o nível de vida. Para isso, os Trabalhistas devem ter uma concepção de um Estado activista. O debate eleitoral terá de centrar-se na questão “quem tem melhores ideias para promover o crescimento”, e não na questão envenenada “quem vai melhor reduzir a despesa pública”.
Os Conservadores estão a usar a política de austeridade para impor mecanismos fiscais mais regressivos (em que, proporcionalmente, pagam mais os que têm menos); os Trabalhistas precisam de avançar com mecanismos mais progressivos, e ao mesmo tempo desenvolver políticas sociais que reduzam a incerteza económica por via da partilha do risco (o que não tem sempre de passar por aumentos da despesa).
As sondagens mostram que uma parte importante do eleitorado continua a culpar o anterior governo Trabalhista pelas políticas deste governo, o que quer dizer que a agenda ideológica está a ser competentemente implementada. Isso quer dizer que os Trabalhistas têm de concentrar-se naquilo que verdadeiramente importa: uma agenda para o crescimento e o emprego. Os Trabalhistas têm de mostrar que têm melhores respostas para essa questão: porque essa questão é que atrai o interesse das pessoas, que não estão propriamente entusiasmadas em baixar o défice como objectivo em si mesmo.
E isso tem de ser feito sem cair na manobra de virar os trabalhadores do privado contra os trabalhadores do público, que visa criar a ideia de que os Trabalhistas só estão preocupados com alguns. É por isso que certas greves no sector público prejudicam mais a oposição do que o governo.
São estas armadilhas que os Trabalhistas têm de desmontar para reconstruir uma alternativa global que apele ao conjunto da nação.
Terça-feira, 3 de Janeiro de 2012
Domingo, 1 de Janeiro de 2012
com esta medida o governo pensa resolver parte dos problemas
" Cancro é uma das doenças que perdem apoio total, a não ser em fases mais incapacitantes." [DN]
... poupa nas despesas de saúde, poupa nas reformas, poupa nos subsídios de desemprego, aumenta o número de empregos disponíveis e livra-se dos doentes oncológicos!!
... poupa nas despesas de saúde, poupa nas reformas, poupa nos subsídios de desemprego, aumenta o número de empregos disponíveis e livra-se dos doentes oncológicos!!
Sábado, 31 de Dezembro de 2011
Sexta-feira, 23 de Dezembro de 2011
Domingo, 18 de Dezembro de 2011
e ele resiste até 2015?
Começou a campanha eleitoral para as legislativas de 2015 e o PSD aposta na mesma estratégia que usou nas de 2011... A MENTIRA!!
Sexta-feira, 16 de Dezembro de 2011
uma acção de racismo social dissimulada
Muitos políticos de direita e também de esquerda não têm qualquer sensibilidade e respeito pelos Direitos Humanos. Rui Rio é um desses políticos. Hoje, o Porto, os portuenses e o país puderam assistir em directo a uma manifestação de racismo social. Apesar desse racismo social estar dissimulado.
Riu Rio iniciou o processo para erradicar o bairro do Aleixo.
O bairro do Aleixo está implantado numa zona considerada de luxo. Para alguns ricos em dinheiro, mas pobres em espírito, viver na Foz é uma espécie de ascensão social. Ora para estes ricos – os novos e velhos mas essencialmente pobres de espírito - era inaceitável ter vizinhos pobres!!… era pois urgente livrarem-se dessa gentalha que lhes polui a vista e desvaloriza as propriedades.
Rui Rio sabia que o podia fazer desde que agitasse a bandeira que a direita tanto usa e inclusivamente a usa para tudo: A SEGURANÇA.
Foi este o argumento que serviu de base à estratégia montada para erradicar o bairro do Aleixo, porque era insuportável ver ricos e pobres a conviver no mesmo espaço geográfico. Hasteada e agitada a bandeira da segurança e do combate ao trafico de droga… passou-se à implosão de uma das cinco torres do Aleixo e as outras se seguirão.
À arrogância, insensibilidade e racismo social, António Aleixo deixou-nos estas quadras
Não sou esperto nem bruto
Nem bem nem mal educado
Sou simplesmente o produto
Do meio em que fui criado
Sei que pareço um ladrão…
Mas há muitos que eu conheço
Que, sem parecer o que são,
São aquilo que eu pareço
PÁTRIA LUGAR DE EXÍLIO [fragmento] DANIEL FILIPE
E no entanto é doce dizer pátria
sonhar a terra livre e insubmissa
inteiramente nossa
Sonhá-la como se pedra a pedra a construíssemos
Como se nada houvesse antes de nós
e desde as fundações a erguêssemos completa
pura alegre acolhedora virgem
de medos mortos insepultos
sonhar a terra livre e insubmissa
inteiramente nossa
Sonhá-la como se pedra a pedra a construíssemos
Como se nada houvesse antes de nós
e desde as fundações a erguêssemos completa
pura alegre acolhedora virgem
de medos mortos insepultos
Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2011
Segunda-feira, 28 de Novembro de 2011
Quarta-feira, 23 de Novembro de 2011
CHAPÉUS HÁ MUITOS!!
Manuel dos Santos publicou no seu facebook este comentário:
o que me levou a dar-lhe esta resposta:"Com todo o respeito que me merecem as pessoas, não posso deixar de lhe responder ao seu comentário. Tal como afirma, a Comissão Politica Nacional tem toda a legitimidade para decidir abster-se no OE de 2012… mas o Sr. não tem nenhuma legitimidade para vir criticar os deputados que, em seu nome pessoal decidiram apresentar uma declaração de voto.
Porque é que eu entendo que não tem legitimidade para criticar os deputados que se abstiveram no respeito pela disciplina de voto que apresentaram a declaração de votos?... é simples! António José Seguro, na votação do OE de 2011 (último orçamento da responsabilidade do PS), apresentou declaração de voto. Aquando da votação do referendo ao Tratado Europeu António José Seguro votou de forma diferente do restante grupo parlamentar evocando objecção de consciência para tornear a disciplina partidária. Assim, no uso da sua liberdade de consciência, os deputados que agora tanto critica teriam legitimidade para votar contra o OE 2012, evocando razões de consciência muito mais justificáveis que as que estavam em causa quando AJS votou em sentido contrário ao grupo parlamentar e nessa altura a discordância tinha sido muito menor pois apenas houve 7 votos contra.
A divulgação das declarações de voto é um imperativo democrático de quem as apresenta para que sejam do conhecimento dos seus eleitores. Aliás elas são públicas e podem ser consultadas no site da Assembleia da República
Na sua opinião publicada pode-se ainda ler algumas aberrações. A primeira delas é a divulgação das contas do PS, tema que entendo deveria ser restrito ao interior do partido. A sua publicação para além de errónea é péssima para a imagem do PS. Não contente com esta aberração ainda decide [com fundamentação duvidosa] inferir que a situação financeira da distrital do Porto é em tudo semelhante à situação financeira do PS Nacional e isto só para poder lançar mais uma pedra aos deputados eleitos pelo ciclo do Porto que apresentaram declaração de voto.
Eu, que não o conheço pessoalmente mas que vou lendo e ouvindo o que por aí vai afirmando, sou tentada a acreditar que tem um ódio de estimação ao Porto… quer à cidade quer aos seus clubes… como o demonstra a sua afirmação “"com excepção de um ou outro, os adeptos doFCPorto (são todos burros) têm um baixo nível de Q.I.!!!"” confesso que não fizemos uma comparação de QIs e como tal não sei o valor do seu. Uma coisa porem é certa: - no que toca ao QIE o Sr. não me parece que dê provas de o ter.
No entanto sou obrigada a concordar com esta sua afirmação “Tudo é legitimo até um certo ponto, mas depois é preciso dizer que basta.” Só não entendo que não aplique a si os chavões que prega, aos outros pois este BASTA ter-lhe ia servido na perfeição no que respeita a este assunto."
Curiosa foi a reacção de Manuel dos Santos... não contra argumentou ou contrariou o que foi escrito… apagou o comentário e para justificar essa sua atitude publicou:
Não vou exigir ao Sr. que saiba o que é a liberdade de expressão ou os conceitos básicos de democracia… deixo para os outros a avaliação da sua atitude.
Segunda-feira, 21 de Novembro de 2011
Quinta-feira, 17 de Novembro de 2011
REVISÃO CONSTITUCIONAL PARA QUÊ?
António José Seguro considera que o facto de o PSD ter deixado cair a revisão constitucional foi uma vitória do PS. Não podia estar mais em desacordo! Deixar cair a revisão constitucional não é uma vitória do PS e é mesmo uma derrota pessoal de António José Seguro.
Que necessidade tem o PSD de fazer uma revisão constitucional se Passos Coelho faz letra morta do texto da Constituição com a conivência do Secretário Geral do PS?
Que necessidade tem o PSD de fazer uma revisão constitucional se Passos Coelho faz letra morta do texto da Constituição com a conivência do Secretário Geral do PS?
Sexta-feira, 11 de Novembro de 2011
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